Roberto Pinto

Roberto Pinto estreou no jornalismo aos 15 anos, com uma reportagem sobre as freiras enclausuradas do Sagrado Coração, publicada pelo Diário de Bauru (SP), em setembro de 1965. Em 1970, já com 19 anos, começou a trabalhar no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, publicou cartuns no semanário O Pasquim, sob o pseudônimo de Topin, criado pela também cartunista Ciça, mulher de Ziraldo. Perseguido pela ditadura militar, mudou-se para Portugal. Trabalhou no Diário de Lisboa como diagramador e publicou cartuns no mesmo jornal e no semanário O Musicalíssimo. Na Bélgica, colaborou com as revistas Notre Temps e Pilote.

De volta ao Brasil, em 1976, voltou a trabalhar no jornal O Globo. Em seguida participou das equipes da revista Isto É, do semanário Relatório Reservado e da TV Manchete. Na comunicação empresarial, conquistou cinco prêmios nacionais da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), atuando para empresas como Nestlé, Rhodia, Klabin, Credicard e Apta. Chefiou as áreas de comunicação da Bolsa de Mercadorias & Futuros de São Paulo (BM&F) e da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Pós-graduado em mercado de capitais pela FGV-SP, comanda a Verbo Comunicação Empresarial desde 1988.